quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
queria desejar um bom ano...
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
ou achar que se é sonhador...
para o ano há mais (porque é bom sinal)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
bom natal e muita saudinha
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
a quem ocorra transmitir-me hoje mais alguma vibração negativa...
numa 'espécie' de inglês...
... o que a Mónica me deu hoje e que eu estava mesmo a precisar.
mas, espera aí! "or site on the corner? WTF!?"
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
somos seis milhões
a fotografia foi utilizada numa campanha do grupo de apoio a separados divertidos/divorciados (GASDD) - o que quer que isso seja.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
seteais
É este meu lado pobreta e brega que teimosamente acaba por se fazer notar.
medo, muito medo
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
saudades do Natal
terça-feira, 16 de novembro de 2010
o meu eterno distúrbio
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
olá e adeus
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
casamento
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
OE 2011: não é odisseia no espaço mas podia ser.
sono
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
"Pedes-me um tempo,
"para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço
e sair.."
* Não sejam assim! Esta música não é triste, é bela. E eu não sou depressiva, sou nostálgica.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
absurdos
Depois tive de ir dar-lhe o jantar e comecei a pensar em mil e uma outras coisas tão absurdas como esta.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
relembrar
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
faltou-me o repasto; o resto é igualinho, igualinho!
"Com o apito final do árbitro, depois do Benfica ter estado perto do dois a zero por duas vezes, dei por terminada a minha refeição. Quando me preparava para solicitar a conta ao Garçon, confronto-me com a entrevista relâmpago de Domingos Paciência: no seu fácies era legível a desesperada procura da perfeita desculpa para o sucedido. Não encontrou melhor que um fora de jogo assim-assim e a referência ao facto de o Benfica, depois do golo, ter jogado em queima-tempo. Após uma tirada deste calibre, fui forçado a mandar vir mais um digestivo. Fechei os olhos e, enquanto o bebia de penalty, consegui rever em fast forward os três minutos, dois beijos, seis apertos de mão, catorze palmas e cinquenta passos que o bracarense Vandinho deu para sair do campo instantes antes do fuzilamento Martineiro. “Ainda te lixas com f se dás um jogo como empatado aos setenta e três minutos”, já me dizia um tio meu, treinador adjunto (com curso de grau dois) do Marialvas de Cantanhede nos anos oitenta. Paguei a conta, saí do restaurante, e fui festejar com aqueles imensos benfiquistas que apitavam no Campo da Vinha. Afinal, estava “tipo do género” a jogar em casa."
podia muito bem chamar-se: a insuportável supremacia dos ignorantes
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
manhã
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
one of the puppets
coisas que não percebo
- pessoas que sorriem sempre;
- a titularidade inquestionável do César Peixoto.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
em estado de profunda necessidade
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
o suposto tédio
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Hoje...
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
para me distrair das minhas angústias
driakaal
Convidado
Assunto: Estou prestes a cometer uma loucura!!! Qui 01 Jul 2010, 14:13
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Queridos irmãos em Cristo, estou passando por dias muito difíceis e preciso de uma ajuda, de uma orientação, sou casada à 04 anos e meio, tenho um filho de 03 anos e uma filha de 1 ano e 03 meses, meu esposo é obreiro na igreja onde congregamos e nos damos bem, construimos uma casa própri recentemente e Deus tem nos abençoado muito na área financeira, temos sido prosperos...enfim, mas terça feira agora chegou uma correspondencia em minha casa da justiça dizendo que o meu marido tem que fazer um teste de DNA DIA 08/08/2010, para averiguação de paternidade de um menino de 06 ou 07 anos, que não sabia nem que existia...Estou em cacos, como assim outro filho? Ele me disse que quando ainda estava no mundo, antes de me conhecer teve um caso com a mãe desta criança e que não era nada sério, que ela ficou com outros rapazes e depois apareceu gravida mas não padiu que reconhecesse a criança, agora depois de todo esses tempo vem esssa notícia para destruir a minha familia, estou muito decepcionada e magoada, não sei como agir diante desta situação, fiquei sem chão...meus filhos são muito novos e não tenho condições de cria-los sozinha se não iria embora, afinal não tenho culpa dos erros do meu marido! Sei que este é um pensamento egoista mas é o que sinto no momento!
Meu coração esta muito apertado, não foi isso que sonhei para mim, o pior é que não tenho ninnguém para me ajudar (orientar), minha mãe não é nada confiavel, sei que a primeira sugestão que ela dari seria me separar ou falaria pratodo mundo essa vergonha...moro em uma cidade pequena e os buatos correm muito soutos por aqui, não posso espor este problema para ninguem, eu e meu esposo estamos sem nos falar desde então, não tenho palavras para explicar o que estou sentindo, se alguém puder me ajudar eu agradeço com lágrimas nos olhos.....
Dri
Número de Mensagens: 1
Data de inscrição: 26/07/2010
Assunto: Deus tem um caminho no deserto Seg 26 Jul 2010, 15:29
Autor da mensagem
Pati de Jesus
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Oi Dri...
o que aconteceu é um fatalidade sim... mas creio que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus (RM 8:28)... e nas adversidades da vida, devemos nos apoiar não nos que os outros pensam... mas na Palavra de Deus... e a Palavra diz que Deus já se esqueceu dos pecados do seu marido no tempo da ignorância... afinal ele hoje pelo que vc comenta é um bom homem... e temente ao Senhor.
Deus lança no mar do esquecimento os nossos pecados... aleluia!!!
E tb quero te aconselhar a orar, para que o Espírito Santo te ajude a ver esta situação com os olhos de Jesus...
tb creio que vcs são suficientemente capazes, de amarem esta criança, caso ela venha a ser filho(a), realmente do seu marido, pq o Eterno habita em vcs... creia nisto e renove a sua mente pela Palavra de Deus (Rm 12:2).
O mundo com certeza pregará, o divórcio... mas a Palavra prega o perdão e a misericórdia... especialmente pq isto faz parte de um passado sem Jesus.
Perdoe seu marido e o apoie... neste momento... não deixe o diabo destruir o futuro da sua família... olhe para Jesus... e siga... sempre penso que Deus, se clamarmos, nos guiará nos desertos da vida...
Dri... que o Espírito Santo te console e mostre o que vc deve fazer.
Leia I Co 13.
Deus te abençoe querida e te guarde de tropeçar.
Bjs... Pati
Ser bom cristão, comprova-se uma vez mais, é saber ser tolerante com os Homens (os homens).
Sempre em nome da paz.
Pérola de sabedoria do fórum dos Semeadores da Palavra.
voltámos
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
procura-se:
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
um aviso à navegação:
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
o fenómeno Michael Bublé
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
entrada loira de Jorge Jesus
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Miguel Torga - 103 anos
- Deus me livre! Já me vejo maluco com estas...
Mentira. O padre tinha razão. Era uma pena ver tanta autoridade, tanta vocação, tanto jeito natural, ao serviço de animais. Nem se pode fazer ideia! O carneiro mais teimoso, mais lorpa, mais churro, chegava às mãos do Gabriel e mudava de condição. Só não ficava a falar.
- Que fazes tu ao gado, criatura? Parece que o enfeitiças!
- Nada. Dou-lhe monte, como a outra gente. Sorria. E lá continuava a educar os malatos com gestos e palavras que ninguém sabia fazer nem dizer. Nunca batia numa rés. O castigo era um simples olhar reprovativo, um assobio impaciente, uma interjeição mal humorada. Mas bastava. Ao fim de algum tempo, cada cabeça como que porfiava em não desagradar ao dono, em viver sintonizada com aquele governo sem cajado. E dava gosto ver a disciplina com que o rebanho deixava o redil e atravessava o povo. (...)
(...) Mas esta comunhão instintiva com a natureza dos bichos não tentava o Gabriel alargá-la à natureza dos homens. Desses arredava-se discretamente, sem querer passar, nas relações com eles, do plano amorfo da neutralidade."
acto não é ato
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
sobre a Teresa
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
nós, mortais
Fica o último rosto, de entre mais um que reconhecemos, e numa frenética e imparável sucessão.quarta-feira, 28 de julho de 2010
que é como quem diz, ali um palacete no Príncipe Real

terça-feira, 20 de julho de 2010
coisas da cabeça
sexta-feira, 16 de julho de 2010
analisador meu...
Parece que o tipo é o autor de Fight Club e outras coisas tão mais controversas que não as querem adaptar ao cinema. É o mesmo que dizer que a minha especialidade é transgressional fiction, satire, horror.
Não há dúvida de que escolhi um post interessante para avaliar.
(Continuei a corrente a partir da www.ladyohmydog.blogspot.com)
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
soberbo
segunda-feira, 12 de julho de 2010
primeiro dos últimos
sexta-feira, 9 de julho de 2010
misreading

Com uma grande barriguinha
Comia, comia
E mais fome tinha.
Bom dia, Sr, Rei!
Como passa Vossa Alteza?!...
Se continua a comer tanto
Vai rebentar com certeza.
Isto dizia o bobo,
No meio de uma palhaçada
Mas o rei continuava
Como se não fosse nada.
Bom dia, Sr, Rei!
Viva a Vossa Majestade!
Depois de tanto comer
Como é que ainda tem vontade?
Isto dizia a Rainha
Meia triste, meia zangada,
Mas o rei continuava
Como se não fosse nada.
Bom dia, Sr, Rei!
Vossa Alteza é o maior,
Um rei deve ser grande
Se for gordo ainda é melhor.
Isto dizia o cozinheiro
Olhando o rei de alto a baixo,
O rei que coma, que coma
Quero lá perder o tacho.
Bom dia, Sr, Rei!
Faz Vossa Alteza muito bem
Os reis são feitos para comer
Para beber e dormir também.
Isto dizia o conselheiro
Esfregando as mãos de contente
O rei que coma, que coma
Enquanto eu sou o Regente.
E para final desta história
Já com tanto que contar,
Vamos dizer-lhe amiguinhos,
Como o rei se passou a chamar
Sua Alteza de tanto comer,
Já só andava à cambalhota,
O povo chamou-lhe então
O não sei quê, é o "Rei bolota".
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
um pouco sobre a maternidade
segunda-feira, 21 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
mother
sábado, 8 de maio de 2010
miúda-mãe
sábado, 3 de abril de 2010
(a)parte
quarta-feira, 31 de março de 2010
estamos vivas!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
3 semanas depois
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
a teresa
domingo, 20 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
a uma semana
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
este mês de Dezembro está a ser muita quente ou é só de mim?
terça-feira, 24 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
cinco anos
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
para juntar à cueca descartável
A resolução é listar uma série de músicas que pretendo que me acompanhem durante o laborioso parto que se aproxima. O grande problema é não fazer a mínima ideia do que devo incluir nessa lista, que terá de ser muito bem esgalhada.segunda-feira, 16 de novembro de 2009
a começar
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
ibis valencia bonaire
domesticidades
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
dá-me ideia que
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
i heard the news today
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
...
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
tributos
01.11.2009

Para mais, é uma estação hostil às outras, contra as quais exerce uma guerrilha permanente. Mais do que meramente ingovernável - ou até uma oposição paciente - António Sérgio e a indissociável Ana Cristina Ferrão são um governo em exílio permanente. E com uma imperdoável agravante: é assim que gostam. E é nisso que insistem teimosamente. É lindo.
Os espanhóis da Prisa fizeram bem em despedi-lo. Estando livres de gratidão, memória ou preocupações da representação da boa música em Portugal, tiveram a coragem que faltou aos antecessores portugueses, ainda demasiado constrangidos pelo reconhecimento e pelo medo da superioridade musical de António Sérgio.
É importante frisar que não é de agora a tanga do mercado nem o fado do fim da rádio. António Sérgio só durou até 2007 porque se recusou a ir embora. Desde os anos 70 que agentes sorrateiros se agacham atrás dele, tentando puxar-lhe a cadeira, a ver se cai. Mas o homem sempre esteve ocupado de mais para reparar. Fincou os pés, sacou dos discos e fez o que sempre fez: o que lhe estava na real gana. De resto o desprezo pode ser a mais bela das distracções.
Ajudou também o facto de António Sérgio ser o melhor divulgador de música popular do nosso tempo - John Peel era magnífico mas tinha lapsos de gosto. Muito se perdoa a quem escolhe música boa tão bem, durante tanto tempo, com tanta arte e tanta inteligência.
A música de António Sérgio é a melhor e está tudo dito.
Claro que é preciso gostar de boa música - e de querer descobrir boa música nova - para perceber a grandeza e a utilidade brutal de António Sérgio. A nostalgia é um argumento inimigo. Hoje há muito mais música boa e muito mais música nova do que nos anos 80 ou 60. Mas continua a ser 0,1% de toda a música que se faz.
Essa proporção continua a mesma. O que mudou é a atitude geral da população. Dantes, a ignorância inibia e produzia falsos respeitos por quem se suspeitava "ter conhecimentos". Havia seguidismos acéfalos e dependências paralisantes, tudo exacerbado pelas dificuldades e desigualdades de acesso à música. Havia mestres: era inevitável. ("Mestres" no mau sentido, de professorzinhos de província.) Na rádio as directrizes dos mestres eram obviamente inseparáveis do acesso à música para que nos dirigiam.
Não era bom - até porque os mestres eram mais do que muitos e geralmente pomposos e autoritários, para não falar nos vendidos. Mas é inegável que, entre os pouquíssimos capazes de descobrir e defender música boa, o maior era e é António Sérgio. Por definição é um anti-mestre, desinteressado do tráfego de influências e da concordância dos seguidores.
Digo mal desse tempo - que era também o meu - para poder absolvê-lo do maior defeito dos tempos de hoje, apesar de serem musicalmente mais vastos e empolgantes: o relativismo ignorante. É ele que acaba por explicar a atmosfera que leva à lata de despedir António Sérgio.
Segundo o relativismo ignorante, ninguém pode dizer se uma música é boa ou não. É tudo uma questão de gosto. Depende das circunstâncias. Depende da idade. Às vezes sabe bem uma coisa que, noutra altura, sabe mal. Cada um é como é e aquilo que agrada a um ... perdoem-me se me fico por aqui no blá blá blá.
Tem ou não tem graça como esta atitude coincide exactamente com a conveniência comercialista do cliente ter sempre razão; que os números não mentem; que os ouvintes é que sabem; que os anunciantes é que pagam e quem somos nós para dizer que não está bem assim?
O pior é que esta humildade é uma subserviência e este deixar decidir, este respeito pelos gostos dos outros, é uma gulosa cobardia. Que vai acabar mal - porque quanto mais a rádio se recusa a ser minoritária mais as minorias vão fugir dela. O problema da massificação é que as massas não existem para depois virem agradecer o que se fez por elas.
A apologia do tudo-vale confunde-se sempre com a santificação da ignorância e daí até dizer que António Sérgio sabe escolher música tão bem como eu vai um passinho. A verdade é que sabe muito mais. Escolhe muito melhor. Arrisca mais e engana-se menos. É simples: António Sérgio sabe mais de música popular - no sentido de saber escolhê-la, que é o único que interessa - do que qualquer outra pessoa.
É por haver tanta música hoje - e tanto acesso - que a sabedoria selectiva de António Sérgio é mais valiosa e necessária do que nos tempos ditos áureos em que, verdade se diga, não era assim tão difícil separar o trigo do joio. A música de António Sérgio é como a boa música: não se deixa interromper. É ele que não deixa. O homem sabe o que vale e o que tem de fazer. É escusado atravessarem-se no caminho dele. O que menos interessa é a estação de rádio.
A música de António Sérgio é a melhor e está tudo dito.
Se calhar foi isso que custou à Rádio Comercial engolir. Não soube suportar o desprezo, talvez por saber que o merecia. Às vezes, quando existe uma pontinha de vergonha, é desagradável ter, mesmo ali ao lado, um exemplo tão claro de dignidade. De estatura. Desmotiva muito. Faz lembrar coisas que conviria esquecer, que atrapalham a marcha para a capitulação final.
Vai ter sorte a estação de rádio onde voltará a tocar a música de António Sérgio. Mas que fique desde já avisada que escusa de tentar desviar a caminhada do bicho. Em vão agitará no corredor papéis com números de audiências ou os amoques de focus groups. É escusado implorar-lhe que oiça "sem preconceitos" os CD de merda que vos interessa impingir. Não vale a pena atirar-lhe com a história dos tempos terem mudado.
Os tempos sim; a rádio outrossim; mas a urgência de descobrir e defender a música boa é a mesma de sempre. Ou maior ainda, dada a massificação da própria desistência de escolher e divulgar a música que vale a pena.
E não há ninguém que saiba fazer isso melhor do que António Sérgio. Que não faz outra coisa desde que faz rádio. Que não fará outra, mesmo que tentem impedi-lo. Para nosso bem - e, sobretudo, para bem de quem ainda não se sabe quem.
Ou então não - nem isso é preciso. A música de António Sérgio é a melhor e está tudo dito. Haja pressa em poder ouvi-la e saber dela outra vez."
Miguel Esteves Cardoso, Público 17 Setembro 2007



















