terça-feira, 26 de abril de 2011

da ausência prolongada

Optei por dar todo um novo significado à prática do jejum por alturas da Quaresma.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

otites e outras dores de cabeça

Mafarrica doente, mãe sem paciência para e-mails e cibernáutica.
Clima escandalosamente quente, piscina de água verde de inverno.
Casa nova-velha, com relvado, árvores de fruto, garagem, churrasqueira, baloiço e a necessitar de mão de obra, negócio quase fechado.
Insónias a meio da noite..
Com a mafarrica a melhorar e bem disposta como o sol, e com a ajuda do calorzinho bom, desconfio que a falta de sono só se pode dever a um dos enumerados. Maldita indecisão.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

estou além

"Esta insatisfação
Não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder
Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P’ra outro lugar"

António Variações, "Estou Além"

Se me pedirem para identificar a música que me define penso sempre nesta mas talvez diga outra qualquer.
Não gosto de admitir que tenho saudades de pessoas e lugares que me são estranhos. 

Bon Jovi - These Days



O que se passa connosco, com a Humanidade, these days?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Bush - Letting the Cables Sleep



Estranhos e coisas proibidas.
(Eu já era assim há 11 anos.)

Camarote 146

Logo ali depois do Estúdio do Benfica e por cima da claque adversária. Fácil, fácil.
(e dois golos foram do número 8! Pois.)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

da psicologia racional

Na blogosfera respira-se aquele fenómeno do ping-pong, comum a todas as redes sociais em que há interacção e acompanhamento do outro e que acaba por fazer nosso o seu tema. Daí lembrar-me de algo que estudei bastante na escola, mais ao nível da imagem no âmbito do Design, mas que é fundamentado até pela pseudo-poesia.

"Eu faço minhas coisas, e você faz as suas.
Eu não estou neste mundo para viver as suas expectativas.
E você não está neste mundo para viver as minhas.
Você é você, e eu sou eu,
E, se por acaso, nós nos encontrarmos, será óptimo.
Se não, nada se pode fazer."
Friederich Perls

Simples. Faz todo o sentido.
A sua aplicação prática contudo...

quarta-feira, 6 de abril de 2011

pertinente

Porque é que se costuma usar a expressão "o anti-vírus está a correr"?
Deve ser para gozar connosco, enquanto esperamos dois minutos para minimizar uma janela.

drama queen

Como sou uma pessoa que acredita no casamento a advertência já vem tarde, mas as minhas relações sentimentais deviam começar com uma apresentação explícita:
Não tenho mau feitio e sou uma pessoa (quase sempre) fácil e carinhosa. Não sou a mulher mandona que assusta o marido quando arregala os olhos. Sou uma alma branda, branda, que dá dó. Mas choro. Sou chorona. Choro compulsivamente enquanto tento argumentar. São duas coisas que, em simultâneo, não saem bem (ao contrário do que se vê no cinema).

A mesmíssima coisa que me impede de dizer ao meu chefe a cavalgadura que ele é prende-se com este entrave. A partir do momento em que começasse a dissertar sobre a sua filha da putice, ao invés de articular um discurso inteligente e bem aplicado, sair-me-ia um chorrilho disparatado e humilhante regado a lágrimas, que a raiva também me dá para isso.

Ficam avisados.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

(some) wishes do come true

Sábado foi do best.
Parece que o blogue é a minha lâmpada de Aladino.
Já estou a trabalhar em novos desejos.

(pena não ter vindo a tempo de desejar que o Benfica fizesse ontem o jogo da sua vida)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

este sábado à noite,

gostava de me aninhar no canto de um restaurante confortável e sossegado, com algum requinte, sem muito barulho, em frente de uma mesa discreta, num assento corrido e estofado de onde não apetecesse levantar depois da sobremesa. Gostava de beber lambrusco doce até sentir aquela embriaguez tímida e agradável que solta a língua em conversas boas.
Porra, não me apetece nada incluir a minha filhota neste serão de sábado.
Avós?
Anyone?

(hello...?)

iupiiiii

tenho um blogue cheio de futilidades!

Farrell







Gosto.
Gosto.
Gosto.
Gosto.
Gosto...
Errr... era escusado...

Pink Floyd "On The Turning Away" Live 1988 (DSOT Version)



Ouve-se isto e sabe-se.
Não é entretenimento, é arte.

Alguém disse que os Pink Floyd, ao contrário de algumas bandas, conseguem ser melhores ao vivo do que numa gravação em estúdio. É bem verdade.
Ouvir esta música, bem alto, seja onde for, faz-nos sentir capazes de qualquer coisa. O nome assenta-lhes bem. Há músicas que são pura droga (no melhor dos sentidos).

hoje é o vosso dia







Parabéns!

quinta-feira, 31 de março de 2011

a música d'hoje



Este vídeo é uma mão cheia de coisas boas.
(gosto da Sharleen Spiteri)

ter objectivos

projectos
plantas
alçados
cortes

esperança
ansiedade

quarta-feira, 30 de março de 2011

isto lembra-me que ainda tenho de ir buscar o meu Carapuço d'Ouro, por serviços prestados ao país

Calculo que tenha aproveitado a viagem para partilhar cá com os mãos largas do reconhecimento o segredo de uma economia de sucesso.

os dias úteis

Já passei por muitas fases neste meu último emprego.
Senti coisas boas e más, ao sabor dos sucessos e insucessos da empresa. Já fui responsável por organizar eventos considerados 'profissionalmente vantajosos', almoços natalícios, lúdicos, que servem o propósito exclusivo de demonstrar que se tem a colocação financeira necessária para garantir segurança a clientes, fornecedores e empregados, alguns mais do que isso, amigos.
Ao longo do tempo, experimentei diferentes emoções. De concretização, de realização, de frustração, de derrota. Actualmente, experimento o pior, vergonha. É difícil trabalhar com pessoas mal formadas, com personalidades que chocam connosco, com um grupo de gente disforme, pela negativa. Mas isso é, também, experiência. Experiência social, que desafia a nossa capacidade de ultrapassar obstáculos, de agir e reagir: experiência de vida, estaleca para tudo o que ainda temos pela frente. O pior, neste momento, é a vergonha de me considerar não um trabalhador por conta de outrém, mas o pau mandado da hipocrisia, falta de carácter e cobardia de alguém; um porta-voz de tudo o que abomino. Permanecer aqui corrompe-me, trai os meus princípios e verga-me a honestidade que me caracteriza.
Nutro um profundo desprezo por pessoas cobardes, sem ética, sem respeito pelos outros. Pessoas que não atendem o telefone porque não lhes convém. Pessoas que não assumem as suas falhas. Pessoas que não têm a coragem de reconhecer as suas dificuldades e que prevalecem arrogantes mesmo quando a situação lhes exige humildade.
Há dias que sinto uma vergonha imensa.
Receio não conseguir ultrapassar esta fase, que é, de longe, a mais difícil com que me obrigo a (con)viver(apesar da conjuctura pouco favorável ao luxo da demissão).

Porra, sou mais que isto.

terça-feira, 29 de março de 2011

39

foto daqui
Parabéns, maestro.