Saudades do meu cão, saudades do sofá e do cadeirão que gira, saudades de um livro e de fechar os olhos e perder lentamente a consciência...
Saudades de um abraço, de sossego e de silêncio.
Não sinto tristeza, nem melancolia mas sinto um nó na garganta, de vez em quando. Estou vulnerável. Vulnerável ao bom e ao mau.
Hoje estou à mercê de um gesto carinhoso ou de uma palavra amarga, em igualdade de influência.
O mínimo que me pode fazer feliz, é exactamente proporcional ao que me pode entristecer.
Hoje não sou mordaz, nem crítica. Não estou vibrante ou cheia de humor.
Estou dependente de afectos.
Vou correr ao encontro deles, dos meus afectos.
Vou pedir-lhes que me envolvam.
Que bom é fazer-me ao mar mas ter sempre para onde voltar!
Saudades de um abraço, de sossego e de silêncio.
Não sinto tristeza, nem melancolia mas sinto um nó na garganta, de vez em quando. Estou vulnerável. Vulnerável ao bom e ao mau.
Hoje estou à mercê de um gesto carinhoso ou de uma palavra amarga, em igualdade de influência.
O mínimo que me pode fazer feliz, é exactamente proporcional ao que me pode entristecer.
Hoje não sou mordaz, nem crítica. Não estou vibrante ou cheia de humor.
Estou dependente de afectos.
Vou correr ao encontro deles, dos meus afectos.
Vou pedir-lhes que me envolvam.
Que bom é fazer-me ao mar mas ter sempre para onde voltar!
Sem comentários:
Enviar um comentário