quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ibis valencia bonaire

Tenho-me lembrado várias vezes desta estadia: viagem de trabalho, acompanhante asqueroso, muito cansaço, exposição de construção na Feria de Valencia, mais cigarros que o ideal em periodo de abstinência, inviabilidade de conseguir acesso a carregamentos telefónicos para chamadas do pré-pago, enfim, o fim do mundo em cuecas. Curiosamente as recordações que tenho tido são quase... agradáveis. Lembro as contrapartidas positivas, aquelas que na altura pareciam não existir. O facto de nos calhar em sorte o ibis de bonaire (onde comprei umas coisitas da mango em outlet e uns sapatos giríssimos para a minha mãe que ela nunca usou, os quais esqueci na loja para onde tive de correr já depois das onze da noite e me valeram menos alguns minutos de conversa para boi dormir com o boi que me acompanhava - que não dormia e queria ficar a tomar uns drinkzinhos comigo no bar ao serão...) em vez do deprimente e marginal ibis do aeroporto; as chamadas sorrateiras que não foram debitadas, feitas à noite, em desespero e em desabafo, com românticas promessas de um salvamento em madrid, se eu quisesse (é que era já) e tão bem que sabiam essas promessas de salvamento que, como é óbvio, nunca aceitaria; o regresso a portugal, por todos os motivos e mais alguns mas especialmente porque, digam o que disserem, o melhor de visitar espanha é sempre poder regressar a portugal.

1 comentário:

Sereia* disse...

É que voto já neste!
Assim bais pa presidenta! Boto já com um xis aqui neste post!

;)

Eu sempre disse... e todos sempre disserem que não!
Mas bai-se a ber... e a malta gosta mesmo é disto!
somos uns miseráveis!
Mas daqueles giros e felizes com a miséria que têm.
Eu, pelo menos, sou... embroa me queixe todos os dias ;)

beijooooooooo*