Se eu conseguisse, se eu soubesse que todos quantos precisam de o ouvir, de o ler, de o saber, visitavam o meu blogue, faria das tripas coração para demonstrar que não se morre de amor. Que me perdoem os poetas; não os quero boicotar com a realidade - não quando eu própria, em alturas desatinadas, procuro na poesia cumplicidade para os meus lamentos - mas simplesmente não se morre de amor.
Isto não é novidade, é algo que todos sabemos mas que, em alguma altura das nossas vidas, para todos sem excepção, parece perder o seu carácter de verdade absoluta.
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